Pelo fim da escala 6×1.
Cinco minutos pra cobrar os 81. E-mail, X, Instagram, telefone — mensagem pronta, contato verificado. Sem desculpa.
Cinco minutos pra cobrar os 81. E-mail, X, Instagram, telefone — mensagem pronta, contato verificado. Sem desculpa.
Quatro formas de fazer pressão. Mensagem pronta em todas — você escolhe a que combina com sua rotina. Combinar duas ou três multiplica o efeito.
Mensagem pronta, os 81 em cópia oculta. Eles não veem quem mais recebeu, e você manda num clique.
Clique no botão. Abre seu cliente de e-mail com os 81 senadores em Cco, assunto e mensagem prontos. Troque [Seu nome] e [Sua cidade] e envie.
✉ Enviar para os 81 →O botão abre o seu programa de e-mail (Mail, Outlook, Gmail no celular).
Revise o texto, troque os colchetes pelo seu nome e cidade.
Clique em enviar. Um único e-mail dispara pra todos.
Se você usa Gmail.com ou Outlook.com no navegador, esses provedores limitam o tamanho do compose por URL — por isso o envio em 3 lotes abaixo funciona melhor. Cada botão abre um e-mail com ~27 senadores. Você manda os 3 e fechou.
Cada senador recebe um post diferente marcando o perfil dele. 30 textos variados pra não virar spam no seu feed. Espaça uns 5-10 min entre posts pra não acionar o anti-spam.
Instagram não deixa abrir DM com texto pronto, então o fluxo é: copia → abre perfil → cola → manda. Faz 10-15 DMs por dia em horários variados pra não cair em bloqueio.
Gabinete conta ligação. Assessor anota. Pressão por telefone é número que pesa. Melhor horário: terça a quinta, 10h-12h ou 14h-17h (Brasília).
Senador eleito por você responde mais — depende do seu voto. A mensagem já vai assinada como eleitor(a) do seu estado, em todos os canais.
Davi Alcolumbre decide se a PEC vai a plenário. Os 12 líderes abaixo arrastam suas bancadas. Concentrar fogo aqui acelera tudo.
No dia seguinte da Câmara aprovar o fim do 6×1, 40 senadores apresentaram a PEC 12/2026 — a "PEC das horas flexíveis". Querem desmontar a CLT. Não é coincidência: é resposta.
A PEC permite que o trabalhador "opte" entre a CLT comum e um "regime flexível baseado em horas". Tradução: o patrão impõe jornadas de até 12 horas por dia, com salário, férias e 13º calculados "proporcionalmente". O piso da CLT vira sugestão.
Não é modernização. É devolver pro patrão o direito de pressionar individualmente cada trabalhador. Quem "não quiser" o regime flexível vai ser preterido na hora da contratação.
Portal oficial do Senado. Login com gov.br. Voto direto contra a PEC 12/2026. Leva 2 minutos.
Um eleitor sozinho vira nota de rodapé. Mil eleitores em uma semana vira pauta de jornal e nome em comissão. Mande este link pra três pessoas — e peça pra elas mandarem pra mais três.
Hesita em começar? Resolve aqui.